Grey’s Anatomy + Scandal + HTGAWM

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Que Shonda Rhimes é foda e poderosa todo mundo sabe. A criadora e showrunner mais amada dos EUA conseguiu reunir o elenco principal das suas três séries em um ensaio pra revista People. Assim, a reunião entre Grey’s Anatomy, Scandal e How to Get Away With Murder foi feita para celebrar o retorno das temporadas dos shows!

No dia 24 de setembro, uma quinta-feira, Meredith (Elle Pompeo), Olivia Pope (Kerry Washington) e (Viola Davis) estarão nas telinhas americanas com os novos anos dos programas.

Mas por que essas personagens são tão maravilhosas? Eu te conto e ainda faço resuminho dos seriados (vai ter spoiler):

Grey’s Anatomy

Apesar de eu ter desistido das últimas temporadas por motivos de meu precioso tempo é escasso, a ideia do seriado em si é bem boa. Alunos dos último anos de medicina entram no (na época) hospital Seattle Grace – lá na primeira temporada. A mocinha (Meredith Grey) se envolve com um cara (Dr. Derek Sheppard) que conhece num bar pra depois descobrir que ele vai ser seu chefe, e ainda por cima casado.

A personagem principal é cheia de defeitos e fragilidades que são exploradas ao longo das temporadas. A falta dos pais (pai ausente e mãe workaholic) durante sua infância marcou profundamente a personalidade dela. Mas, o bacana da série é que todos crescem evoluem e mudam, da mesma forma como ocorre na vida real. [major spoiler alert] no último ano, depois de casar e ter filhos com Derek, ele morre após um acidente mudando o destino de tudo e todos.

Scandal

A premissa do programa, por si só já é incrível: Olivia Pope é uma advogada badass, que faz gerenciamento de crises para os poderosos (inclusive para o Presidente dos EUA). A moça possui uma agência para salvar a pele dos seus clientes, que acabam envolvidos nos mais escabrosos escândalos, mas por outro lado, ela se depara com uma agência secreta do governo.

Nas segunda e terceira temporadas, eu achei que Olivia ficou meio bocó, por conta da sua paixonite pelo presidente, mas na quarta, ela voltou a ser a fodona que amamos!

How to Get Away with Murder (ou HTGAWM, para os íntimos)

Em apenas 15 episódios do primeiro ano, Annalise Keating (Viola Davis) te conquista. Apesar de ser uma pessoa muito séria, exigente e fechada, a professora universitária e advogada (olha a profissão aí novamente) é disputada pelos alunos. Todos querem fazer um estágio no seu escritório e e livrar os clientes das acusações mais complicadas.

Só que no meio de tudo isso um assassinato acontece, o lado frágil e segredos de Annalise vêm a tona. Tô louca pela segunda temporada!

Como aplicativos e streaming estão incomodando o status quo

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Pois é parece que a evolução nem sempre é fácil. Alguns novos serviços (outros nem tão novos assim) incomodam, e muito, a lógica vigente. Recentemente, os taxistas travaram uma guerra (sem aspas mesmo) contra o motoristas que usam o aplicativo Uber pra atender passageiros. Quem trabalha com o taxi argumenta que o app não é regulamentado, e por isso deve ser banido.

Além do Uber, a Netflix, osserviços de streaming de músicas e até o Whatsapp estão sob a mira de grandes corporações no Brasil. E você, de que lado está?

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A última que se tem notícia é o “boicote” que as empresas de telefonia querem fazer com o Whatsapp. Durante um tempo, aparentemente, o aplicativo (que é o 4º maior do Brasil) não incomodou e teve até empresa de celular que fazia pacotes para o melhor uso do app. Só que agora, as companhias promovem uma petição contra o serviço. Uma fonte anônima disse ao G1: “Nosso ponto em relação ao WhatsApp é especificamente sobre o serviço de voz, que basicamente faz a chamada a partir do número de celular. O Skype tem identidade própria, um login, isso não é irregular. Já o WhatsApp faz chamadas a partir de dois números móveis”, explica.

Amos Genish, presidente da Telefônica Brasil, foi mais além e afirmou que o Whatsapp “é uma operadora pirata”. Isso tudo depois que o aplicativo inseriu em suas funções a ligação de voz. Agora, as operadoras de telecomunicações no Brasil querem que a Anatel intervenha no caso e, ao meu ver, proíba o Whastapp. Mas nesse caso, com as mudanças tecnológicas, agora seria um bom momento para reestudar as novas formas de comunicação e, com isso, ver a melhor opção para o consumido (claro que as empresas não estão pensando nisso, né?).

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Temos que ter em mente que novos negócios precisam seguir algumas regras, mas as leis necessitam ser atualizadas para esses outros tipos de serviços. Quem também está chiando por aí são as empresas de tevê a cabo por conta da Netflix. Parece que todo o status quo decidiu que agora é a hora de se incomodar. As companhias argumentam que a empresa americana não está de acordo com as leis de difusão de conteúdo e, por isso, não pratica um concorrência leal! Em comunicado ao site Olhar Digital, a empresa deixou claro que “A Netflix Brasil (…) paga todos os impostos devidos.”

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Outro advento nas novas tecnologias, o Uber, se tornou “persona non grata” nas maiores cidades brasileiras. Os taxistas se viram ameaçados com a facilidade que o aplicativo propunha e resolveram se manifestar. Não sem antes, criarem uma guerra contra os motoristas e usuários do app. A Câmara, inclusive, correu pra aprovar a punição aos motoristas que usam o aplicativo no último dia 20 de agosto. A multa pra que desobedecer por chegar a R$ 7 mil. Por outro lado, o presidente da OAB-RJ (Ordem dos Advogados do Brasil), Felipe Santos Cruz, analisa a decisão: “Está se esquecendo o usuário, a população nesse debate. Há uma pressa política que não se justifica. matérias que nunca foram regulamentadas agora são votadas em uma semana na Câmara”, explica ao jornal Metro.

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Por fim, os serviços de streaming de música travam uma batalha com os artistas da indústria fonográfica. Alguns cantores e bandas não concordam com as formas como são feitas os repasses de dinheiro para os músicos. Quem colocou a boca no trambone, sem medo de nada, foi Taylor Swift. A cantora fez um texto, bem grande, no seu tumblr pra questionar como era feita a remuneração via Apple Music. A loira reclamou que durante o período de teste, os artistas não recebiam nada por suas canções e, ainda, justificou que não fazia isso por ela e sim em nome dos inúmeros músicos iniciantes que sofrem mais com a medida. Ela escreveu em seu site: “isto não é sobre mim. É sobre o novo artista ou banda que acaba de lançar seu primeiro single e não será pago por seu sucesso”. Mas, além disso, a gata já havia tirado todas seus álbuns do Spotify e outros serviços de streaming.

Uma das respostas mais imediatas foi a criação do Tidal. Jay Z, Beyoncé, Madonna, Rihanna, Coldplay, Taylor Swift e Daft Punk se uniram numa sociedade secreta pra ter controle sobre a distribuição de seus trabalhos na internet. O app não pegou muito e as pessoas não acham válido pagar um pouco mais que outros serviços, sem ao menos ter um tempo de trial, pra ter acesso à música em alta qualidade.

5 dicas para melhorar seus posts no Google

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Ah, gente querida, tudo bem? Pois eu ando com uma baixa frequência aqui no blog e não é por mal. Minha outra vida fora desse espaço, como editora do Purebreak, está demandando muita atenção, mas vim aqui pra deixar umas dicas pra quem é blogueiro. Vamos lá, abra o notepad e faça seu blog aumentar as visitas:

PS: aqui são dicas de conteúdo no dia a dia, mas é sempre bom que alguém (ou até você mesmo) faça uma análise de SEO e se atente para temas como palavras-chave, meta tag, etc.

1 – Título otimizado

Quem trabalha com internet sabe que o grande amigo dos blogueiros é o Google (mas pode ser o pior pesadelo também). O buscador indexa (quase) tudo, porém dá preferência a conteúdos otimizados. Como assim, Livia? Então, o Sr. Google tem umas regrinhas que a gente precisa seguir para que nosso post apareça em destaque. Um título bem feito pro Google consiste em colocar as palavras chaves bem no início, por exemplo:

Kim Kardashian “quebra as regras” da gravidez (45 caracteres)
Inverno quente? 12 looks pra aproveitar o sol durante a estação (63 caracteres)
Após SuperStar, Sabrina Sanm fala sobre futuro da banda Kita e da carreira (74 caracteres)
Final de Revenge: atores falam sobre seus personagens (53 caracteres)
Taylor Swift x Apple (e serviços streaming): uma guerra de gigantes (67 caracteres)

Muitas vezes o título fica “feio” e a gente não pode fazer piadinhas, mas no final das contas, você vai perceber uma mudança quando os títulos ficarem mais otimizados. Além disso, não faça frases muito grandes, que perdem a força, nem coloquem muita informação junta pra não confundir o leitor. Alguns autores indicam títulos de no máximo 50 caracteres.

2 – Primeiro parágrafo com informações principais

Quem é jornalista já sabe que o lead (ou lide) é primeira parte de uma notícia que fornece ao leitor a informação básica sobre o tema e responde às seguintes perguntas: “O quê” e/ou “Quem?”, “Quando?”, “Onde?”, “Como?” e “Por quê?”. O Sr. Google não gosta de surpresas e nem que você escreva um texto todo enigmático pra só dizer sobre o quê é lá no segundo parágrafo. Além disso, as palavras-chave devem aparecer na primeira parte do texto – coloque um negrito nelas pra destacar.

3 – Conteúdo recorrente

Se você fala sempre de um assunto, o Sr. Google vai entender que esse tópico é importante no seu blog. Isso vai aumentar sua relevância sobre determinados temas, por exemplo Kim Kardashians e seriados ocupam um lugar importante aqui no blog. Não adianta nada falar apenas uma vez sobre determinado tema e depois nunca mais. Estabeleça uma linha editorial e siga (mais ou menos), isso ajuda os leitores e os serviços de busca.

4 – Nomear as imagens

Essa é um regrinha bem antiga do Sr. Google. O buscador indexa imagens separadamente dos textos (alô Google Imagens). Se você renomeia as imagens antes de subir no site, isso é levado em consideração, bem como as legendas e o contexto em que aquela foto foi inserida.

5 – URL amigável

Você sabia, que em muitos dos casos, pode-se criar um título X e um URL Y? Como assim? Eu explico! Você foi e criou um título bacana para otimizar e ainda dar um charme editorial, mas na hora de ver a URL, ela não ficou o que você queria. Dessa maneira, você pode colocar só palavras-chave. Além disso, existem umas formas automáticas que criam URL nada amigáveis.

Exemplo:

amanhaeuteconto.com.br/arquivo/x33874

Melhor seria ter o título da matéria ou tema na URL:

http://www.amanhaeuteconto.com.br/6-dicas-de-rachel-zoe-para-uma-vida-profissional-de-sucesso/

Pessoas “reais” nas capas de revistas

(antes de começar o texto quero esclarecer que todas as pessoas, em qualquer capa de revista são reais. O “reais” aqui é pra fazer um paralelo com modelos selecionados pra estampar as publicações)

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Esses dias, eu tava no Facebook e pá, avisto que uma amiga foi capa de revista. Não era revista de moda, como tinha acontecido há alguns meses, mas é uma publicação de grande circulação no país. Algum tempo antes, outra amiga foi capa, dessa vez de um título importante do universo fashion. Mas isso me faz questionar: as revistas perceberam que nos identicamos mais com pessoas com aparências reais do que modelos superproduzidos?

As duas publicações em questão são Mundo Estranho (edição de agosto) e Elle (edição de junho) que estampam Mayra Fernandes e Nina Grando, respectivamente. As duas eu conheço pessoalmente e a Nina até fez um relato emocionante sobre a importância de estar numa publicação de moda, no site da Ovelha.

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A revista Elle tem prestado atenção a esse novo fenômeno e também estampou em sua capa digital a blogueira Juliana Romano, do blog Entre Topetes e Vinis. O que chamou bastante atenção é que moça em questão tem um silhueta Plus Size e a revista foi amplamente aplaudida por sua escolha. A versão impressa dessa mesma edição veio com uma capa de espelho pra todo mundo que quisesse ser estrela da Elle por um dia!

Além da capa da Elle de junho com a Nina, outras duas mulheres também estamparam a publicação: Deise Nicolau e Christel Runte.

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Eu achei essas escolhas ótimas para criar a ideia de que existem várias belezas no mundo. De diferentes idades, formas físicas, etnias… Está mais que na hora que o mundo editorial perceba que suas clientes se identificam mais com pessoas ditas “reais” e ficam melindradas com supermodelos.

Kim Kardashian “quebra as regras” da gravidez

Mais uma vez, dona Kimberly West num tá nem aí praquele lance de “dresscode de grávidas”. Kim Kardashian continua usando e abusando de roupas justas e transparentes no quinto mês de gravidez. Eu, particularmente, acho isso tudo incrível, porque não cai na armadilha de usar apenas batas e vestidos larguinhos (que são quase unanimidades e uniformes durante a gestão). A mãe de North aposta na sensualidade, que é característica bem marcante da sua personalidade, e mostra tudo aquilo que muita futura mamãe tenta esconder.

Branco e cores claras!

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Pois então que Kim não deixou de lado sua assinatura: sexy sem ser vulgar! Mesmo gravidíssima, a Sra. West aposta em peças grudadas ao corpo, destacando a silhueta nova. A morena não abandona looks claros, mas aposta em casacões e sobreposições para criar a forma curvilínea.

Preto e transparência

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Quem achou que as transparências iam ser abandonadas durante a gestação, enganou-se! Kim investe nelas o tempo todo. A socialite, inclusive, apostou no look blusa sem sutiã, com seios a mostra e pronto (última imagem)!

Looks escuros e sandálias de tiras finas

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Mais uma “regra” quebrada! A futura mamãe continua usando sua coleção de saltos altíssimos e modelos de sandálias com tiras finas (quem precisa de sapatos fechados?).

Recentemente, Kim Kardashian postou em seu Instagram uma imagem mostrando bem o barrigão!! Arrasou, né?

Sobre amar seu corpo, ser feminista e outras questões

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(Marilyn linda e “cheinha” pros padrões atuais)

Nunca fui uma pessoa de rótulos pra mim mesma! Não me enquadro em nenhuma “tribo”, não tenho um estilo de vestir fixo, nem sei falar qual meu gosto musical favorito. Por exemplo, adoro os filmes Como Perder um Homem em 10 Dias e Clube da Luta, coisas que, teoricamente, não fazem parte da mesma categoria. Não me considero nem hetero, nem gay, sou pessoa, mas uma frase postada no Facebook (perdi a frase, gente) me fez pensar em como, depois dos 30, muitas coisas deixam de ser prioridade.

Primeiro, tenho uma relação tranquila com o meu corpo, apesar de ser magra, tenho uma barriguinha e estou bem flácida. Não curto exercícios físicos, mas sei da necessidade, ainda mais se fico sedentária começo a ter várias dores pelo corpo. Tenho celulite pra caralho e foda-se não fico sem sorvete e chocolate, mas também como salada e tomo suco quase todos os dias e evito refrigerantes (isso porque tenho problemas estomacais e eles são péssimos para o estômago). Não curto dietas, adoro comer e só de pensar em restringir algo do meu cardápio já fico tensa, mas não curto alho, evito pimentão e farofa que atacam muito “minha gastrite”. Isso tudo pra dizer que aceitei quem eu sou! NUNCA vou ser sarada, muito mais porque não quero e mais ainda PORQUE não preciso!

Segundo, em uma conversa com meu namorado, eu percebi que sou bem resolvida sexualmente. Não tenho problemas em falar do assunto, em discutir coisas que gosto ou não com o meu parceiro e em experimentar. Mas vivemos num mundo chato da vigilância da vida alheia, por isso, me preservo muito nas redes sociais (e nunca tinha falado tão abertamente aqui no blog). Assim, cada um sabe as dores e as delícias do que acontece dentro de quatro paredes (ou dentro de um quarto, na rua, na praia, enfim… hehe). Sendo as duas pessoas adultas e com consentimento de ambas vale testar e experimentar.

Feminism

Um terceiro ponto que me chama atenção é o “tal feminismo”em voga! Acho bem legal que muita gente abriu os olhos pra uma questão que diz respeito às mulheres há tanto tempo. Me considero feminista, vinda de uma família feminista, mas sem ter esse nome. Lá em casa éramos muitas mulheres que sempre cuidaram de tudo (e umas das outras) e não tinha nenhum homem pra gente “contar” no dia a dia. Por isso, aprendi que os homens podem ser seus companheiros/maridos/companheiros (isso se você gostar deles como parceiros), ou apenas amigos que te dão um help quando você precisa, e não são inimigos, como uma galerinha cabeça oca acha que as feministas pensam.

Por exemplo, meus namorados sempre foram caras sensatos e nunca tive problemas pra fazer minhas coisas ou sair sozinha “porque ELE não deixava”. Atualmente moro com mais uma mulher (e meu namorado em outro lugar) e nós duas resolvemos tudo: seja coisas de casa, do carro, do trabalho, da vida. Isso é também uma forma de feminismo, sua independência quanto individuo, independente de gênero.

Inverno quente? 12 looks pra aproveitar o sol durante a estação

O inverno está aí, mas muita gente se surpreendeu pois o outono apresentou temperaturas altas e o frio não deu muito as caras pelo Brasil. A previsão em todo país é de clima mais quente que o normal (para essa época do ano), no entanto, com leve uma queda dos termômetros, principalmente de noite.

Por isso, que tal aproveitar pra investir em produções com peças herdadas do verão? Confira os looks que misturam roupas de inverno com itens de estações mais quentes:

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Saia é sinônimo de verão! Mas claro que a peça também aparece no meio do ano. Se as temperaturas estiverem elevadas, deixe de lado a meia grossa e invista apenas no aconchego na parte superior do look. Casacões e tricôs fazem a diferença nessa hora!

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Os shorts saíram da ditadura dos dias quentes pra dar o ar da graça em qualquer estação. Aposte no item com meia calça ou até de pernocas de fora, mas leve um casaquinho pra quando a temperatura cair, hein!

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Calça jeans é a roupa coringa de todas as estações, né? Com um blazer, ela já ganha status chique, com um pulôver traz o conforto, já combinada com bota e jaqueta deixa o look rocker e quentinho.

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Quem disse que calça branca ou de tecido leve não pode no frio? Se os termômetros estiverem lá em cima, pros padrões de inverno, que tal combinar a peça com jaquetas e casacões? Fica fino e também segura a onda se tiver um ventinho mais gelado.

Vídeo: o que eu achei sobre o livro Girlboss

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Entrei, como sempre faço quando passeio pela Paulista, na Livraria Cultura e andando por entre as estantes acabei não resistindo e comprei o livro #GIRLBOSS. Já tava namorando a obra, mas como tá rolando Clube do Livro do blog GWS (corre lá pra saber mais), eu acabei levando e devorando o título escrito por Sophia Amoruso que conta sua história peculiar de sucesso, com direito a muita verdade e feminismo (e umas maluquices como furtar lojas, mas que ela não recomenda copiar).

Pra falar um pouco sobre esse livro, decidi estrear o canal do Blog (se inscreve lá), com um vídeo falando apenas de #GIRLBOSS! Quer saber o que eu achei? Clica no vídeo aí:

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Ah, a Sophia também decidiu fazer vídeos, confira lá no canal dela: