Kim Kardashian “quebra as regras” da gravidez

Mais uma vez, dona Kimberly West num tá nem aí praquele lance de “dresscode de grávidas”. Kim Kardashian continua usando e abusando de roupas justas e transparentes no quinto mês de gravidez. Eu, particularmente, acho isso tudo incrível, porque não cai na armadilha de usar apenas batas e vestidos larguinhos (que são quase unanimidades e uniformes durante a gestão). A mãe de North aposta na sensualidade, que é característica bem marcante da sua personalidade, e mostra tudo aquilo que muita futura mamãe tenta esconder.

Branco e cores claras!

kim-kardashian-estilo-gravidez-1

Pois então que Kim não deixou de lado sua assinatura: sexy sem ser vulgar! Mesmo gravidíssima, a Sra. West aposta em peças grudadas ao corpo, destacando a silhueta nova. A morena não abandona looks claros, mas aposta em casacões e sobreposições para criar a forma curvilínea.

Preto e transparência

kim-kardashian-estilo-gravidez-2

Quem achou que as transparências iam ser abandonadas durante a gestação, enganou-se! Kim investe nelas o tempo todo. A socialite, inclusive, apostou no look blusa sem sutiã, com seios a mostra e pronto (última imagem)!

Looks escuros e sandálias de tiras finas

kim-kardashian-estilo-gravidez-3

Mais uma “regra” quebrada! A futura mamãe continua usando sua coleção de saltos altíssimos e modelos de sandálias com tiras finas (quem precisa de sapatos fechados?).

Recentemente, Kim Kardashian postou em seu Instagram uma imagem mostrando bem o barrigão!! Arrasou, né?

Sobre amar seu corpo, ser feminista e outras questões

marilyn-monroe-biquini
(Marilyn linda e “cheinha” pros padrões atuais)

Nunca fui uma pessoa de rótulos pra mim mesma! Não me enquadro em nenhuma “tribo”, não tenho um estilo de vestir fixo, nem sei falar qual meu gosto musical favorito. Por exemplo, adoro os filmes Como Perder um Homem em 10 Dias e Clube da Luta, coisas que, teoricamente, não fazem parte da mesma categoria. Não me considero nem hetero, nem gay, sou pessoa, mas uma frase postada no Facebook (perdi a frase, gente) me fez pensar em como, depois dos 30, muitas coisas deixam de ser prioridade.

Primeiro, tenho uma relação tranquila com o meu corpo, apesar de ser magra, tenho uma barriguinha e estou bem flácida. Não curto exercícios físicos, mas sei da necessidade, ainda mais se fico sedentária começo a ter várias dores pelo corpo. Tenho celulite pra caralho e foda-se não fico sem sorvete e chocolate, mas também como salada e tomo suco quase todos os dias e evito refrigerantes (isso porque tenho problemas estomacais e eles são péssimos para o estômago). Não curto dietas, adoro comer e só de pensar em restringir algo do meu cardápio já fico tensa, mas não curto alho, evito pimentão e farofa que atacam muito “minha gastrite”. Isso tudo pra dizer que aceitei quem eu sou! NUNCA vou ser sarada, muito mais porque não quero e mais ainda PORQUE não preciso!

Segundo, em uma conversa com meu namorado, eu percebi que sou bem resolvida sexualmente. Não tenho problemas em falar do assunto, em discutir coisas que gosto ou não com o meu parceiro e em experimentar. Mas vivemos num mundo chato da vigilância da vida alheia, por isso, me preservo muito nas redes sociais (e nunca tinha falado tão abertamente aqui no blog). Assim, cada um sabe as dores e as delícias do que acontece dentro de quatro paredes (ou dentro de um quarto, na rua, na praia, enfim… hehe). Sendo as duas pessoas adultas e com consentimento de ambas vale testar e experimentar.

Feminism

Um terceiro ponto que me chama atenção é o “tal feminismo”em voga! Acho bem legal que muita gente abriu os olhos pra uma questão que diz respeito às mulheres há tanto tempo. Me considero feminista, vinda de uma família feminista, mas sem ter esse nome. Lá em casa éramos muitas mulheres que sempre cuidaram de tudo (e umas das outras) e não tinha nenhum homem pra gente “contar” no dia a dia. Por isso, aprendi que os homens podem ser seus companheiros/maridos/companheiros (isso se você gostar deles como parceiros), ou apenas amigos que te dão um help quando você precisa, e não são inimigos, como uma galerinha cabeça oca acha que as feministas pensam.

Por exemplo, meus namorados sempre foram caras sensatos e nunca tive problemas pra fazer minhas coisas ou sair sozinha “porque ELE não deixava”. Atualmente moro com mais uma mulher (e meu namorado em outro lugar) e nós duas resolvemos tudo: seja coisas de casa, do carro, do trabalho, da vida. Isso é também uma forma de feminismo, sua independência quanto individuo, independente de gênero.

Inverno quente? 12 looks pra aproveitar o sol durante a estação

O inverno está aí, mas muita gente se surpreendeu pois o outono apresentou temperaturas altas e o frio não deu muito as caras pelo Brasil. A previsão em todo país é de clima mais quente que o normal (para essa época do ano), no entanto, com leve uma queda dos termômetros, principalmente de noite.

Por isso, que tal aproveitar pra investir em produções com peças herdadas do verão? Confira os looks que misturam roupas de inverno com itens de estações mais quentes:

looks-inverno-saia
Saia é sinônimo de verão! Mas claro que a peça também aparece no meio do ano. Se as temperaturas estiverem elevadas, deixe de lado a meia grossa e invista apenas no aconchego na parte superior do look. Casacões e tricôs fazem a diferença nessa hora!

looks-inverno-saia-short
Os shorts saíram da ditadura dos dias quentes pra dar o ar da graça em qualquer estação. Aposte no item com meia calça ou até de pernocas de fora, mas leve um casaquinho pra quando a temperatura cair, hein!

looks-inverno-calça-jeans
Calça jeans é a roupa coringa de todas as estações, né? Com um blazer, ela já ganha status chique, com um pulôver traz o conforto, já combinada com bota e jaqueta deixa o look rocker e quentinho.

looks-inverno-calça-leve
Quem disse que calça branca ou de tecido leve não pode no frio? Se os termômetros estiverem lá em cima, pros padrões de inverno, que tal combinar a peça com jaquetas e casacões? Fica fino e também segura a onda se tiver um ventinho mais gelado.

Vídeo: o que eu achei sobre o livro Girlboss

girlboss-17

Entrei, como sempre faço quando passeio pela Paulista, na Livraria Cultura e andando por entre as estantes acabei não resistindo e comprei o livro #GIRLBOSS. Já tava namorando a obra, mas como tá rolando Clube do Livro do blog GWS (corre lá pra saber mais), eu acabei levando e devorando o título escrito por Sophia Amoruso que conta sua história peculiar de sucesso, com direito a muita verdade e feminismo (e umas maluquices como furtar lojas, mas que ela não recomenda copiar).

Pra falar um pouco sobre esse livro, decidi estrear o canal do Blog (se inscreve lá), com um vídeo falando apenas de #GIRLBOSS! Quer saber o que eu achei? Clica no vídeo aí:

Posts relacionados:
Fim de Semana em SP: passeios, comidas e mais
O dia em que eu estrevistei o John Green

Ah, a Sophia também decidiu fazer vídeos, confira lá no canal dela:

Após SuperStar, Sabrina Sanm fala sobre futuro da banda Kita e da carreira

sabrina-sanm-kita

Quem leu, nossa matéria anterior com a Sabrina Sanm, sabe que ela divide o tempo entre a banda Kita e a rotina como maquiadora profissional. Após a participação do grupo no reality musical SuperStar, a loira segue seu dia a dia como cantora (e make up artist) e conta pra gente os planos pro futuro.

Apesar de ter participado e ganhado visibilidade, o trabalho duro continua e, segundo Sabrina, a gata vai focar “nas composições e na gravação do […] novo álbum, pois durante a nossa participação foi difícil reservar o tempo necessário para fazer esse trabalho do jeito que precisa ser feito”, explica a cantora. Além disso, engana-se quem acha que a partir de agora só a música vai ter espaço na agenda da gata: “Vou seguir trabalhando como maquiadora, foi legal que no programa também rolou destaque para essa minha profissão, algo que eu nem esperava que pudesse acontecer”. Ou seja, a maquiagem continua tendo lugar cativo no dia a dia dela.

sabrina-sanm-kita-2

Claro, que a banda continua com tudo e Sabrina conta que estão “fechando shows pelo Brasil, aproveitando que conseguimos mostrar um pouco do nosso trabalho por aqui e tivemos um retorno super legal do público brasileiro, mas também seguimos com planos de fazer outras turnês no exterior”.

Ou lance legal, e curioso, é o fato de a cantora ser casada com com Renato Pagliacci, guitarrista da banda e fotógrafo profissional. A loira explica como é trabalhar ao lado do marido: “Já estamos juntos há mais de 16 anos e por mais que a gente tente evitar, os dois mundos acabam sempre misturando um pouco, não tem jeito. Por exemplo, eu saio para caminhar com meu marido e volto com uma ideia de música para a banda, ou estamos ensaiando e lembramos que falta comprar algo para o jantar, haha”, conta.

(imagens: reprodução Facebook Kita)

Análise: Cidades de Papel, filme baseado no livro de John Green

No dia 30 de junho, alguns blogueiros e jornalistas foram convidados para assistir o filme Cidades de Papel em primeira mão. A produção cinematográfica é baseada no livro homônimo (adoro essa palavras, haha) escrito por John Green. A adaptação para as telonas tem Nat Wolff, como Quentin, e Cara Delevingne, como Margo, e produção executiva de Green, deve ser por isso que a coisa funcionou tão bem.

Como já falei anteriormente, a história tem foco em Quentin e Margo Roth Spiegelman, que depois de uma noite aprontando contra seus (ex)amigos, a garota desaparece sem deixar pistas. Quer dizer, ela deixa pequenas indicações que Quentin decifra. Assim, o cara resolve seguir esses rastros e ir atrás de Margo.

A transposição do livro para o cinema foi muito bem feita e cuidadosa. Claro, que alguns pontos da história original tiveram que ser cortados para melhor se adaptar a um roteiro cinematográfico. No filme, Quentin decifra tudo muito rápido, enquanto no livro, a gente fica páginas e mais páginas tendo aquela agonia junto com o protagonista.

O ponto alto da produção é o casting dos atores. Foram escolhidos garotos com aparências bem reais para os papéis de Quentin e dos seus amigos Ben e Radar. Além disso, as falas e direção deixaram que as interações parecessem bem naturais, como se estivemos vendo adolescentes conversando mesmo. Nada de cair no caricato ou apelar para jovens com postura de adultos. Eu gostei tanto do livro quanto do filme, apesar de não ser minha obra favorita do John Green. Mas uma coisa é certa: fazia tempo em que não via uma história adolescente ser contada com tanta delicadeza e cuidado em parecer real.

Muitos livros mais antigos me lembram esse sentimento de ser alguém num conflito existencial, algo que Quentin não tem, mas Margo sim. Autores como J. D. Salinger, Jack Kerouac e John Fante escreveram sobre a juventude americana em um período de pós crise econômica. Agora, Green consegue passar a mesma realidade angustiante de não ser mais criança, mas também não ser adulto sem soar falso. Se você, como eu, adora uma literatura jovem, vale encarar o autor. Se você, também assim como eu, gosta de filmes teens vale muito assistir Cidades de Papel.

poster-cidades-de-papel

Aproveita e confere a entrevista que eu fiz com o John Green.

Fim de Semana em SP: passeios, comidas e mais

i-love-SP

No último fim de semana, eu e o namorado fomos a São Paulo para dois dias de turismo. A capital paulistana tava bem fria e chuvosa, mas nada que atrapalhasse nossos planos. O saldo foi: comida boa e programas culturais interessantes. Engraçado como um lugar tão perto do Rio tenha uma aura tão diferente e eu gosto muito sempre que aterisso em SP.

Hospedagem

i-love-SP-hotel-blue-tree

Desde que descobri o Booking.com minha vida nunca mais foi a mesma. No site é possível achar ofertas incríveis de hotéis com os mais diversos valores. Com um super preço, reservei duas diárias no Blue Tree Premium Paulista, que como o nome já indica fica do lado da Av. Paulista, coração de São Paulo.

Ali do lado tem o MASP, o Conjunto Cultural e a Rua Augusta e foi por causa desses lugares que eu escolhi o hotel. O ambiente é bem luxuoso e uma água custava 6 reais (daí a gente cai na realidade de estar pagando uma tarifa promocional).

PASSEIOS CULTURAIS

São Paulo é uma cidade ótima para passeios culturais e a ida foi pensada para conferir o Instituto Tomie Othake, visitar a expo de Joan Miró.

i-love-SP-expo-miro

Exposição Joan Miró: O objetivo da viagem foi ver a exposição de Joan Miró, do qual o namorado é fã, e comemorar o aniversário de namoro. Então logo que desembarcamos em Congonhas já pegamos o táxi e fomos em direção ao Instituto Tomie Ohtake. O espaço abre as 11h no sábado e as 11h30 já tinha uma filinha de pessoas aguardando para entrar na mostra. Com ingressos a 10 reais a inteira e 5 reais a meia, a exposição bem acessível possuía um publico bem diversificado que ia de crianças e seus pais até senhores e senhoras da terceira idade.

i-love-SP-expo-miro-2

A expo traz obras do artista catalão desde o início de sua carreira até a fase mais conhecida, das gravuras gigantes. Além dos quadros e gravuras, as esculturas de Miró também faziam parte da mostra. Quem tiver a oportunidade de ir a (ou estiver em) São Paulo, a exposição fica até o dia 16 de agosto (Instituto Tomie Ohtake, Av Faria Lima 201, entrada pela Rua Coropés, Pinheiros, São Paulo).

Peça Rei Lear: no teatro Eva Herz, dentro da Livraria Cultura do Conjunto Cultural, estava em cartaz essa adaptação da obra de Shakespeare. Com um monólogo de Juca Oliveira, o texto do escritor inglês ganhou montagem moderna em que o ator vive todos os personagens da trama. Em apenas uma hora, a peça no mostra a história de traição e volta por cima de Rei Lear.

Feira de antiguidades no vão livre do MASP: no domingo, estávamos indo almoçar no restaurante do MASP e passamos por essa feira incrível de antiguidades. Tinha tudo que se pode imaginar em coisas vintages como louças, moedas, artigos de decoração. Eu me apaixonei pelos aparelhos de telefone de disco e um gramofone.

i-love-SP-feira-masp

i-love-SP-feira-masp-2

COMIDAS

Comer em São Paulo é uma das minhas atividades favoritas. Eu acabei indo a lugares legais (previamente planejados) e que se mostraram boas escolhas. Fomos até a Lanchonete da Cidade, almoçamos no restaurante do MASP e conhecemos o Jamie’s Italian (restaurante que o chef Jamie Oliver abriu no Brasil).

Lanchonete da Cidade: já tinha visto uma galera falar sobre e acabei indo por coincidência porque era na frente da exposição do Miró. Lá tem opções de hambúrgueres, sanduíches e alguns pratos. Eu pedi um o Supimpa e o namorado foi de La Presse, dois burguers deliciosos (mas nada fora da realidade), com direito a batatas rústicas e suco de tangerina.

i-love-SP-lanchonete-cidade

Restaurante do MASP: um bufê completo por 55 dinheiros por pessoa (sem bebidas), mais uma vez comemos bem e muito. Tinha uma salada de batatas com cebolas caramelizadas MARA, e uma salada de lentilhas deliciosa. Experimentei um galeto com molho de ameixa e apesar de adorar essas combinações agridoces, não curti muito.

Jamie’s Italian: quando planejei a viagem, um dos lugares que pensei em ir foi no restaurante que o Jamie Oliver abriu no Brasil. Eu sou fãzinha dele mesmo e não podia deixar passar a chance de conhecer esse lugar… ainda mais que o cardápio é baseado na culinária italiana. Comemos bem com direito à entrada, prato principal, sobremesa e vinho (afinal, niver de namoro tem dessas coisas). Eu pedi Penne Carbonara, namorado pediu Rump Steak e o doce ficou por conta do Brownie Épico com sorvete de caramelo e pipoca caramelada.

i-love-SP-jamies-italian

i-love-SP-jamies-italian-2

Curtiram? Que outros lugares bacanas vocês curtem em São Paulo?

O dia em que eu estrevistei o John Green

entrevista-john-green

Então, pra quem não sabe, além do blog, eu sou editora de um site para teens, o Purebreak (ao lado do meu amigo Rapha, um beijo Rapha). Com esse trabalho “formal” do dia a dia já tive oportunidades de ver filmes antes de outras pessoas, entrevistar globais e estar em eventos bacanas… Isso tudo até a minha primeira entrevista internacional: com John Green.

O cara é um autor badalado do momento e tem quatro livros lançados, sendo que dois viraram filmes e um está em vias de… Eu já li três obras dele: A Culpa é das Estrelas, Cidades de Papel e Quem é Você Alasca? Na verdade verdadeira, eu ia entrevistar o ator Nat Wolff, que vive o protagonista Quentin no filme Cidades de Papel, mas de última hora me disseram que o cara não ia poder mais e eu ia falar com o John Green. GLUP! Não tinha me preparado pra isso, tinha algumas perguntas pra ele, que eu não fiz na coletiva, mas tinha treinado pra falar com o Nat. Mas enfin… então adaptei tudo em cinco minutos e fui lá colocar a cara no Sol. 😛

coletiva-cidades-de-papel

Lá fui eu (que sempre fugi desse tipo de situação) sentar na cadeirinha e falar com o cara (que já tá mais que acostumado com isso). Mas ele é um fofo, deixa a gente super a vontade, elogiou minha calça, eu fiz piadas e a gente começou. Vocês podem assistir e tirarem suas próprias conclusões.

A previsão para o meu signo no mês de julho é: “Em termos de trabalho, pode ir perdendo esse medo de se expor senão nada vai acontecer. O astral está pra desenvolver os projetos em maior escala, ou seja, pra vender mais, atrair mais público, ter mais audiência etc.” (via Maína Mello, do Mapeando). Ou seja, os astros já estão querendo que eu me solte mais!

selfie-john-green